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A reciclagem de alumínio no Brasil

O Brasil reciclou 89% de todas as latas de alumínio vendidas em 2003. Com esse índice, o país destaca-se como líder mundial em reciclagem de latas de alumínio, pelo terceiro ano consecutivo, considerando as nações onde esta atividade não é obrigatória por lei. A apuração dos dados foi realizada pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), em conjunto com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (ABRALATAS).

O índice de 89% corresponde a um volume de 112 mil toneladas de latas de alumínio ou 8,2 bilhões de unidades, aproximadamente. Em 2002, o índice foi de 87%, o equivalente a 121,1 mil toneladas ou 9 bilhões de unidades. E, em 2001, quando superou o Japão, líder do ranking até então, o Brasil alcançou um índice de 85%. Os números do Japão relativos a 2003 serão divulgados em julho e deverão confirmar a liderança brasileira.

No Brasil, o índice é calculado desde 1990, ano em que as latas de alumínio começaram a ser fabricadas no País.

Entre os fatores que contribuíram para o crescimento da reciclagem de latas de alumínio no Brasil, em 2003, estão o aumento da participação das cooperativas e da base de coleta (há mais pessoas dedicando-se a essa tarefa e cidades com esquemas organizados, por exemplo).

De acordo com estimativas da ABAL, a atividade gera emprego e renda para mais de 160 mil pessoas, desde a coleta até a transformação final da sucata em novos produtos. Há mais de 6.000 pontos de compra de sucata de latas espalhados por todo o Brasil, entre ferros-velhos, depósitos de pequenas e grandes empresas, centros de coleta com equipamentos de alta tecnologia e atacadistas que trabalham com diversos tipos de sucatas.

A reciclagem de latas de alumínio proporcionou, em 2003, uma economia de energia de cerca de 1.576 GWh/ano, o que equivale a 0,5% de toda a energia gerada no país e o suficiente para abastecer uma cidade como Campinas, de 1 milhão de habitantes. Para produzir alumínio a partir do metal reciclado, utiliza-se apenas 5% da energia que seria necessária para a produção a partir do minério, a bauxita.

A atividade também tem colaborado para o crescimento da consciência ecológica. Os programas de educação ambiental, desenvolvidos por empresas do setor, em parceria com escolas municipais, estaduais e particulares, atingem mais de 400 mil crianças do ensino fundamental em todo o país.

Além disso, mais de 16 mil escolas e instituições estão cadastradas em programas permanentes de reciclagem de alumínio, que promovem a troca das latas coletadas por cadernos, kits escolares, cestas básicas e equipamentos, que vão de microcomputadores a televisores e máquinas copiadoras. Somente em 2003, foram trocados mais de 11 mil itens. Em 11 anos, foram mais de 84 mil itens, em 20 estados brasileiros.

Principal entidade do setor de alumínio, a Associação Brasileira do Alumínio - ABAL, foi fundada em 15 de Maio de 1970 e, atualmente, conta com 56 empresas associadas. A associação congrega 100% dos produtores de alumínio primário e indústrias transformadoras do metal que representam cerca de 80% do consumo doméstico, além de empresas consumidoras de produtos de alumínio, fornecedores de insumos e serviços e comerciantes.